Informação mal dada
vira erro no cuidado.
Sem teoria solta. Cada conceito vira prática na hora. Cada prática recebe retorno objetivo. Três etapas sustentam o nosso método.
Avaliar
Antes de falar, avalie o que o paciente já sabe. Pergunte antes de explicar. Isso evita repetir o óbvio ou pular o essencial.
Informar
Frases curtas. Uma ideia por vez. A confiança vem da clareza — nunca do jargão técnico.
Confirmar
Peça para o paciente repetir com as próprias palavras. Se ele não conseguir, a explicação não terminou.
O diagnóstico é técnico.
A conversa também precisa ser.
Escuta. Ouvir a queixa inteira antes de interromper com a próxima pergunta do protocolo.
Linguagem. Trocar o termo técnico pela palavra que o paciente entende, sem perder a precisão.
Plantão. Passar o caso adiante sem esquecer o detalhe que muda a conduta.
Notícia. Dar uma notícia difícil com clareza e cuidado — sem enrolar e sem antecipar o sofrimento.
Cada caso é revisto.
Nenhum fica sem resposta.
Cada simulação recebe um retorno específico: o que ficou claro, o que confundiu, o que treinar no próximo encontro. Sem elogio genérico. Sem crítica sem direção.
Os retornos ficam no histórico de cada profissional. A evolução fica visível mês a mês.
Escolher uma formação«O paciente não lembra o termo técnico. Lembra se entendeu o que precisava fazer.»»
Método Diálogo entre Pares
Peça uma demonstração
do método na sua equipe.
O primeiro passo é uma conversa curta. Descreva a situação que você quer resolver.
Conversar com o time